terça-feira, 17 de maio de 2022

EXPERIÊNCIAS EM WESTERN...


Aproveitando esta sequência de publicações onde falei de Rattlesnake, o meu mais recente trabalho, que é na verdade um western, deixo hoje dois desenhos que funcionaram como pequenas experiências na temática e, quem sabe, de algum deles poderá nascer uma eventual personagem...




terça-feira, 10 de maio de 2022

"RATTLESNAKE" - ALGUNS AUTÓGRAFOS


Na sequência das publicações anteriores, deixo hoje aqui alguns dos autógrafos que já fiz para Rattlesnake, o meu mais recente trabalho. Tal como acontece com o livro, foram dados com pequeninas pinturas a aguarela.




















quarta-feira, 4 de maio de 2022

LANÇAMENTO DE "RATTLESNAKE" NA 7ª MOSTRA DO CLUBE TEX - ALGUMAS FOTOS





Vista geral da exposição dedicada a "Rattlesnake"

Vista geral de algumas das pranchas de Tex expostas

Foto de grupo dos presentes nesta sétima mostra

    Conforme anunciei previamente, foi durante o passado fim-de-semana que ocorreu o lançamento do meu mais recente trabalho Rattlesnake. Tratando-se esta obra de um western fazia então todo o sentido que o lançamento ocorresse durante esta mostra consagrada a um dos heróis do género que eu muito admiro: o carismático Tex Willer. E foi de facto um fim-de-semana intenso, para já, porque foi nesta altura que eu vi pela primeira vez o livro como objeto físico, mas estes foram também dias carregados de emoções e muito trabalho, que, no entanto, superaram todas as minhas melhores expectativas. Tendo tido o privilégio de dar autógrafos ao lado de Laura Zuccheri, a primeira mulher a desenhar Tex, quero deixar aqui expresso um grande obrigado a todos os elementos do clube que me proporcionaram com toda a sua amizade e carinho momentos que para mim se tornarão para sempre inesquecíveis.

    Mas melhor que tudo aquilo que eu possa dizer, deixo então algumas fotos que ilustram um pouco do que foi este grande fim-de-semana de aventura para mim. Apesar de revelarem apenas uma pequena parte de tudo o que se passou nestes dias, sempre dão uma ideia do que foram alguns dos momentos que vivi e servem então para que todos os que não puderam estar presentes, possam ter uma ideia do que por lá se passou.

Fotos: Cristina Costa Amaral e Orlando Silva


Eu, junto ao cartaz do evento


E, porque uma mostra reserva também algumas surpresas...

Cerimónia do lançamento do livro com os moderadores Pedro Bouça e Mário Marques nas pontas, o meu editor, o Jorge Deodato e eu no meio
   
O meu editor Jorge Deodato e eu

Mário Marques, José Carlos Francisco e Carlos Moreira, do Clube Tex comigo, Jorge Deodato e Sharon Mendes

E sai um autógrafo...

E mais um outro...

terça-feira, 26 de abril de 2022

"RATTLESNAKE" VÊ A LUZ DO DIA...

  


    Conforme disse na anterior publicação, é já nos próximos dias 30 de Abril e 1 de Maio que Rattlesnake verá a luz do dia, na 7ª Mostra do Clube TEX, no Museu do Vinho da Bairrada, na Anadia e, aproveito esta ocasião, para agradecer a todos os elementos deste Clube, que, ao longo dos anos, sempre me acolheram com muita amizade como um dos seus. Por fim, fica também a informação mais clara de que, o lançamento propriamente dito, ocorrerá no próximo dia 1 de Maio, às 16.00 horas e contará com a minha presença, a de Mário João Marques, o autor do prefácio do livro e a do meu editor Jorge Deodato, responsável pela Escorpião Azul. Ali, no museu poderá igualmente ser vista uma pequena exposição relativa ao livro e, obviamente, estarei lá durante os dois dias para quem eventualmente desejar um autógrafo.

    No entanto, e para todos aqueles que não se possam deslocar a Anadia, deixo também aqui a informação de que irei fazer uma apresentação do livro no próximo dia 7 de Maio, no Museu Rafael Bordalo Pinheiro, no Campo Grande, em Lisboa, às 17.00 horas. Para um ou outro local, ficam então endereçados os convites...


Desenho original do cartaz de Laura Zuccheri


terça-feira, 19 de abril de 2022

VEM AÍ "RATTLESNAKE"...

 



É já na 7º Mostra do Clube TEX PORTUGAL, que se realizará nos próximos dias 30 de Abril e 1 de Maio, no Museu do Vinho, na Anadia que irá ser lançado Rattlesnake, o meu mais recente trabalho em banda desenhada. Esta é a concretização de um sonho que alimento há muito, que é o de construir um western, que é provavelmente um dos meus géneros favoritos. É verdade que já tinha feito algumas aproximações a este tipo de trabalho. O Fim da Linha é um perfeito exemplo disso, pois apesar de se passar numa aldeia portuguesa no fim do milénio, mais não é do que um remake do célebre O Comboio Apitou Três Vezes, de Fred Zinnemann. No entanto, persistia aquela vontade de criar algo numa área com a qual sempre me identifiquei, desde muito novo...

É então assim que surge Rattlesnake, inicialmente um projeto de sete páginas que apresentei a editoras estrangeiras (essas sete páginas poderão ser vistas neste link: https://joaocamaral.blogspot.com/search?q=rattlesnake) e que ao longo de alguns anos não passou disso mesmo, uma vez que tive respostas negativas e algumas ausências de qualquer tipo de resposta. Após a publicação dessas sete páginas aqui no blogue fui então abordado pelo meu atual editor, o Jorge Deodato, que me perguntou se eu não teria interesse em publicar o livro. E, é a ele que devo um grande agradecimento pelo interesse demonstrado. Conforme lhe disse na altura, gostaria mesmo muito de publicar o livro, mas teria ainda que fazer as restantes páginas, apesar de já ter o argumento mais ou menos delineado. É portanto depois deste percurso que, um ano depois, posso então apresentar finalmente o livro pronto que irá então sair sob a chancela da Escorpião Azul.

Esboço da página 11

Página 11

E chama-se Rattlesnake, porquê? Na verdade, este nome não passa de um alcunha de uma mulher que quis construir com uma certa aura de mistério. Este epíteto surge devido ao facto dela, uma caçadora de prémios, simular o som de uma cobra cascavel antes de matar as suas vítimas. E é o seu percurso que a história irá seguir, apesar de, em momento algum, se conseguir exatamente saber qual é o seu nome e que mistérios é que o seu passado encerra. Sabemos apenas que ela é dotada de um profundo senso de justiça e que está pronta para ser a voz dos que não têm voz...


Para além disso Rattlesnake marca também a minha estreia numa banda desenhada integralmente feita a aguarela. Esta é uma técnica que eu só comecei a dominar a partir dos 50 anos, mas pela qual fui ganhando uma progressiva admiração quando comecei a conseguir alcançar alguns resultados. Por isso, há muito tempo que sonhava um dia poder vir a realizar uma BD com esta técnica, facto que agora finalmente concretizo depois de ter feito uma série de gravuras e estudos.

Fica então feita uma pequena apresentação deste meu próximo livro que eu próprio neste momento aguardo com alguma expectativa, pois foi um trabalho em que depositei muito de mim mesmo, não só na criação artística, mas também na construção das próprias personagens e da historia. Só espero que dê tanto gozo às pessoas a ler, como a mim me deu a produção de todo este universo onde faço algumas pequenas homenagens a dois cineastas que adoro: John Ford e Sergio Leone.

Esboços e estudos de cor

Estudo com uma só cor



terça-feira, 8 de março de 2022

AUTÓGRAFO "CINZAS DA REVOLTA"


Quem me diria a mim que, depois de passados dez anos do lançamento de Cinzas da Revolta, ainda andava a dar autógrafos relativos a esse livro...

 

terça-feira, 1 de março de 2022

ENTREVISTA EXCLUSIVA 03


Esta é então a última página da banda desenhada que apresentei então na exposição do Amadora BD.

 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

ENTREVISTA EXCLUSIVA 01

 


Hoje e durante as próximas semanas irei publicar na íntegra a banda desenhada sobre o covid 19 e a quarentena que fui convidado a realizar e que esteve exposta durante o Festival Internacional de Banda Desenhada da Amadora no ano de 2020. A título de curiosidade, fica registado que este foi um projeto que conjugou a aguarela com a arte digital.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2022

PEQUENA CARICATURA DE ARTUR CORREIA PARA EXPOSIÇÃO

 


Esta foi uma pequena caricatura do mestre do humor Artur Correia, feita para uma exposição em homenagem ao seu trabalho que decorreu em Moura há algum tempo. Para mim foi um desafio, uma vez que combinou um género com que não estou muito familiarizado com a pintura a aguarela.