Finalizo hoje a série de publicações que dediquei a Puzzle, mais um projecto incompleto, que aguarda melhores dias. E para encerrar, cá vai o desenho das guardas (obviamente, não é difícil reconhecer que a heroína é uma das meninas que figura no lado direito do blogue) e estudos para mais alguns personagens da história. Existem ainda mais alguns desenhos que oportunamente poderei mostrar, mas aquilo que considero ser o melhor sobre o que fiz para esta série está nesta publicação e em todas as que a precederam...
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terça-feira, 29 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
PUZZLE 6
Volto hoje às publicações sobre Puzzle, para mostrar uma página que fiz unicamente pelo gozo. Levou-me quase duas semanas de laboração, num contínuo acto de experimentação. Apetecia-me, na altura, desenhar qualquer coisa que tivesse a ver com uma perseguição de automóveis e, confesso que, ainda não sabia em que parte da história a iria encaixar. Por isso mesmo, fiz apenas o que seria o início da sequência. É que na altura estava cheio de vontade de desenhar carros e queria experimentar mais as possibilidades do Photoshop no que diz respeito a brilhos, pormenores e toda uma panóplia de efeitos engraçados que se podiam utilizar, de modo a tornar o metal dos automóveis mais credível. Para isso, comprei várias revistas especializadas no assunto e até uma miniatura, daquelas muito detalhadas, do BMW. É que, como iria ser um carro que apareceria várias vezes, eu queria experimentar todas as posssibilidades que me viessem à cabeça. Porém, esta foi uma página de ensaio, que, afinal, nunca passou disso mesmo. Fica portanto ao critério de quem a vir, adivinhar o desfecho da cena...
terça-feira, 1 de junho de 2010
PUZZLE 5
Esta sequência, contrariamente às anteriores, não tem uma ordem específica. Veio-me à ideia, quando estava a fazer o segundo projecto de capa que aqui apresentei. Como já tinha uma boa parte da história bem gravada na cabeça, quis então ir mais além e ilustrar uma sequência de acção pura e dura. Para além disso, ficava já com parte da cena que serviria de suporte a essa capa, desenhada. Em termos de história, digamos que ela se insere, já depois da heroína ver o homem que, aparantemente morrera à sua frente, num momento fugaz, ao pé de uma praia. Ele também olha para ela, reconhece-a e foge, confundindo-se com a multidão. Cada vez mais intrigada com o rumo dos acontecimentos, ela decide então começar a investigar e vai sabendo, aqui e ali, que ele se dirige, sob uma das suas muitas identidades falsas, para uma aldeia recôndita do norte de Portugal e que, irá lá estar apenas momentaneamente, à espera de alguém que o irá buscar. Parte então no seu encalço, obtém informações numa taberna, de que ele vive numa casa isolada no meio da montanha, que só é visível de um determinado miradouro. A jovem vai ao local e tenta, segundo as informações que lhe deram, localizar o casebre, mas antes de ver seja o que for, é surpreendida... O curioso é que tanto a capa, como esta sequência, começaram a tomar alguma forma, quando, um dia, visitei Monsanto. Observando o que me rodeava, pensei que ali havia material muito bom para ilustrar a história que, na altura, se estava a burilar na minha cabeça...
terça-feira, 25 de maio de 2010
PUZZLE 4
Eis mais duas páginas de Puzzle. Como não estão balonadas, nem legendadas, posso dizer que são as duas imediatamente a seguir às que publiquei na semana passada, embora a acção se passe algum tempo depois. Aqui, a jovem tem um encontro com um velho conhecido, uma espécie de seu concorrente, nesse sórdido mundo da espionagem empresarial, que lhe afirma categoricamente que o homem que viu morrer está vivo e em plena acção, embora tenha mudado de visual. Incrédula, ela contraria-o e diz que isso não pode ser verdade. Afinal, ela viu-o ser baleado à sua frente, com os seus próprios olhos. Contudo, o homem insiste e diz-lhe que, se o quiser ver poderá passar por um determinado local, num determinado dia e a uma determinada hora. Comprovará então o que ele lhe revelou com esses mesmos olhos e, que, ao contrário do que possa parecer, ele não tem interesse nenhum em enganá-la... Poderia ter, mas não tem...
Para terminar, digo apenas que as duas páginas anteriores, fariam parte de uma espécie de prólogo e que, seria a partir daqui, que um complexo jogo de meias verdades e mentiras começaria a funcionar... Estas pranchas, apesar de não terem a acção vertiginosa das anteriores, deram-me algum trabalho, sobretudo no que concerne à reprodução dos quadros citadinos, onde procurei um visual algo próximo de algumas cidades norte-americanas. Esta seria uma série que iria ter vários locais de acção espalhados por esse mundo fora...
terça-feira, 18 de maio de 2010
PUZZLE 3
Depois de ter mostrado os projectos de capa para Puzzle, chegou agora a vez de partilhar algumas páginas que ainda cheguei a fazer para este projecto. Apesar de não estarem balonadas, nem legendadas, não é difícil perceber que esta era a ilustração da sequência em que o namorado da jovem era morto por atiradores furtivos, morte essa da qual ela era testemunha privilegiada. Esta era, por assim dizer, a cena chave de toda a história. Era neste momento que tudo começava: digamos que era nesta altura que tinha acabado de ser colocada a primeira peça do puzzle...
terça-feira, 11 de maio de 2010
PUZZLE 2
Depois de, na semana transacta, ter feito uma série de publicações especiais com a nova história de Quid Novi in Imperium?, volto ao que tinha programado e que, entretanto, interrompi. Conforme, já haviam visto, tinha começado a publicar algum material de Puzzle, um outro projecto inacabado que jaz nas minhas enormes gavetas. Apresentei nessa altura alguns estudos de personagens e o que poderia ser um projecto de capa. Hoje apresento um outro que, pessoalmente, foi o que mais me agradou. Entusiasmei-me tanto com ele que decidi elaborar também a contracapa (que também é apresentada hoje). Penso que era uma desenho que traduzia o espírito da banda desenhada. Mistério, imprevisibilidade e algum erotismo à mistura eram, pelo menos, as marcas que pretendia transmitir. Aqui vemos a heroína, algo assustada perante uma situação que não domina, passando, apesar disso, à acção. Fiz também questão de não mostrar contra quem ou quê ela dispara, porque isso resumia o espírito da obra: uma série de acção, em que o inimigo era tentacular e pleno de surpresas, agindo normalmente na sombra... mas qualquer semelhança com algo real é pura coincidência.
terça-feira, 20 de abril de 2010
PUZZLE

Chegou a vez de mais um projecto que nunca passou disso mesmo. São as contingências de começar trabalhos e depois surgirem outros que nos podem sustentar financeiramente a médio prazo. Consequentemente, nesssas alturas, o que acaba por ficar para trás, são as minhas próprias criações, que por vezes não passam disso mesmo. Esta seria uma história policial, passada no mundo sórdido das grandes empresas e começava de uma forma simples. Uma rapariga via o seu namorado ser morto à sua frente, até constatar algum tempo depois que ele afinal estava vivo. Para além de tentar saber o que é que lhe tinha acontecido, a jovem teria que descobrir como é que ele encenara a sua própria morte diante dos seus olhos. E isso era apenas o início de uma trama que, como o título indica, seria um terrível puzzle para desvendar. Deixo hoje o que poderia ser uma possível capa e estudos para a personagem da rapariga e do namorado (este com os dois visuais com que se apresentaria na história, ou seja: antes de ser morto e depois de "ressuscitado").
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